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Editorial: PALAVRA: ELA DIZ MAIS DO QUE DIZEMOS

  • Fernando Mauro Ribeiro
  • 1 de out. de 2025
  • 3 min de leitura

“Perco a noção do tempo, mas nunca o sentido da vida... Perco as pessoas que amo, mas nunca o amor por elas... Perco vários colegas, mas nunca os verdadeiros amigos... Perco a coragem, mas nunca perco a fé... E, mesmo que eu perca tudo, nunca perco a esperança de ter tudo outra vez”.

Assim, com essa mensagem de otimismo iniciemos o mês de outubro, consagrado às Missões, celebraremos a Mãe de Deus e nossa, a Rainha e Padroeira do Brasil, no dia 12; São Benedito, o Negro; Os Santos Anjos da Guarda; São João Paulo II: o santo que vi de perto no Parque do Flamengo, no Rio; Nossa Senhora do Rosário; o Dia do Poeta; Dia do Pão; Dia das Crianças; Dia do Professor...      

    Ao celebrarmos, no dia primeiro de outubro, o Dia do Idoso, lembremo-nos com carinho dos idosos e doentes. Devemos dar valor à oblação silenciosa de suas vidas. Exortemos os anciãos, de modo geral, a viverem a reconciliação e a refletir sobre o valor redentor de seus sofrimentos. Porque considerar os derradeiros anos como a fase de cansaço e de esperança angustiosa da morte é insensatez. Encarar a velhice como plenitude de vida é sabedoria.

  Falaremos sobre as obras da atual administração que promete retomar as obras da Creche no Parque do Flamengo e a enorme expectativa com a Festa de novembro que, a julgar pelo grande empenho e entusiasmo com que realizaram a Festa do Arroz, na Vila, a Festa do Cachoeirense deve ter uma ampla programação, espera-se grandes atrações na linha de shows – já se comenta de Roberta Miranda, Eduardo Costa, Amado Batista entre outros – com uma boa divulgação a realização repetirá com certeza o sucesso.

   Nossas colunas fixas sobre Saúde, “Quero mais saúde”, “Uma Janela para a Música”, “Os Melhores jogadores de Futebol do Brasil, de todos os tempos”, as comemorações em honra à Nossa Senhora Aparecida, com a participação dos fiéis nas carreatas, nas missas e procissões em nossa Paróquia, e no tradicional Santuário de Aparecida. E, claro, os novos fatos que surgirem ao longo desse mês, estaremos abordando aqui no nosso Portal.

    Mas, peço ao estimado leitor, ainda um pouquinho mais de atenção, para estendermos esse editorial pois o Evangelho precisa atingir cada ser humano, e ele deve embeber-se inteiramente da verdade de Cristo: “Palavra: ela diz mais do que dizemos - Tenho a impressão de que respeitamos muito a Palavra de Deus. É verdade, e não temos razão para agir de outro modo. Ela é a comunicação de Deus. Essa Palavra é incansável, pois está eternamente carregada de amor. A Palavra nos catequiza, nos ensina sobre a gratuidade do amor. Daí já nos vêm certas consequências, pois se buscamos nossos interesses, vamos rejeitar a proposta da gratuidade do amor, pois o mundo nos ensina que a lei é levar vantagem em tudo. Somos cristãos, é verdade, mas infelizmente isto também está presente em nós.

       A proposta de Jesus é sempre contrária, pois Ele nos dá a proposta do Reino e não do mundo. Ele nos diz: “Amai os vossos inimigos e fazei o bem a quem vos persegue”. Manda-nos ainda a perdoar e oferecer a outra face a quem nos ofende. Não é mesmo fácil ser cristão, pois viver a proposta de Jesus é exigente. Portanto, qual é a marca de Cristo entre nós? É a misericórdia! Se apostamos no projeto de Jesus, temos de ser incansavelmente misericordiosos. Sem essa verdade profundamente enraizada em nós, será difícil viver a verdadeira liberdade que nos vem de Deus. Ninguém pode subsistir sem amar, sem perdoar, sem ser irmão ou irmã de verdade.

       Nossa sociedade é bastante intolerante, e por isso viver na reconciliação, no perdão, no encontro, no diálogo, é uma profecia mais que necessária em nossos dias. A necessidade de isolamento em tempos de pandemia revela as várias faces da realidade familiar. Surgem os problemas, as estatísticas acusam um aumento na violência doméstica. É fácil construir a paz, basta o querer sincero, pois Jesus nos diz que até “dar um copo de água” terá sua recompensa. Jesus vai discorrendo em seu ensinamento por onde devemos passar, para que sejamos livres de verdade e coerente com o ser cristão.

  Se há intolerância no mundo, o que devemos e podemos fazer: Claro, ser misericordiosos, pois assim, a cultura da paz, ganhará seu relevo entre nós, e armará sua tenda no meio da sociedade.

Desse modo, adeus intolerância, seja ela qual for, social ou religiosa. Para nossa reflexão, fiquemos com essa Palavra de Jesus: “Com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos” (Lucas 6,38). Que seja de reflexão esse mês, e que encontremos disposição para continuar a ser cristão. Boa Leitura!

O Editor

 
 
 

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