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03 - FESTA DO ARROZ, NA VILA, UM SUCESSO

  • Fernando Mauro Ribeiro
  • 3 de ago. de 2025
  • 5 min de leitura

Atualizado: 18 de ago. de 2025


A vida é feita de momentos únicos que merecem ser celebrados. Reunir amigos e brindar conquistas fortalece os laços e inspira novas jornadas. Esses momentos lembram que cada encontro é uma porta aberta para a alegria e gratidão.

     Antiga Pitanga e também conhecida como Montanha, se transformou, ganhou projeção e se tornou Vila Vardiero. É isso mesmo. Um pequeno núcleo de poucas casas espalhadas pelo vale – uma aqui, outra acolá – sem comércio, sem uma Igreja, sem iluminação pública, água tratada, rede de esgoto, calçamento e outras tantas carências e que vivia do cultivo do arroz, seus filhos eram alunos de uma pequenina escola, os momentos de lazer giravam praticamente em torno do time de futebol, o Montanha Futebol Clube e a fé de sua gente era praticada com a reza do Santo Terço nas residências e a Santa Missa, de quando em quando, na singela capela de Santa Bárbara, na Comunidade União.

    Quem passa pela estrada Cachoeira Alegre X Muriaé testemunha o progresso que a Comunidade atingiu, os benefícios alcançados com o passar do tempo, atraiu muita gente que construiu suas casas e a Vila se estendeu à margem da estrada. Hoje, a população conta com serviço de abastecimento de água da Copasa, iluminação pública da energisa, ruas pavimentadas, um moderno Posto de Atendimento Médico.

     O campo do glorioso Montanha – Bicampeão do Torneio Divisão - mudou de lugar, tem medidas oficiais, vestiário, um espaço para a realização de eventos. A Igreja consagrada à N. S. de Lourdes, cujo projeto arquitetônico é assinado por um filho da Vila – estive presente quando do lançamento de sua pedra fundamental – se destaca no início de um morro que vai ao encontro das montanhas e a deixa em evidência com sua moderna arquitetura que se assemelha a um castelo.

    A Escola também foi ampliada com área de recreação, um pequeno jardim; o Parque de Exposição compõe o belo cenário com uma extensa área verde e uma Barraca fixa para os eventos. O comércio se consolidou, há um Espaço bastante confortável que atende a comunidade para a realização de eventos como festa de casamento, aniversário e outros.

   Por isso, quando visitamos a Vila ou mesmo ao passarmos por lá, vemos um povo ordeiro e trabalhador, que se permite uma pausa para reconhecer o quanto se caminhou, o progresso que conquistou e que é um incentivo para conquistar ainda mais. Uma Comunidade-Família com quem celebramos a vida, aquecemos a alma e alimentamos de amor nosso coração.

 Mais uma vez, o evento foi marcado pelo esforço, resiliência e pela alegria por mais um ano de conquista. A Prefeitura Municipal de Barão do Monte Alto através do Executivo, o prefeito Celmar e o vice-prefeito Danilo Tatu, não mediu esforços para tornar o evento ainda maior com uma linha de bons shows, o Concurso Leiteiro, o Pavilhão Agrícola, o cuidado com o Parque, a Segurança de modo a proporcionar a todos, horas de lazer e entrenimento seguros.

   Cada um de vocês faz parte dessa história que ainda terá muitos capítulos de vitórias a serem escritos.

  “A XXX Festa do Arroz superou todas as expectativas” esse comentário era quase que unânime. A festa que teve início na sexta feira com a celebração da Santa Missa na Igreja de Nossa Senhora de Lourdes teve sequência no palco onde se fizeram presentes o prefeito e vice-prefeito, os vereadores representando o Legislativo e demais autoridade e se estendeu pela noite de temperatura fria, mas de muito calor humano nas Barracas, na dança e na música e nos felizes abraços do reencontro.

   No sábado, o “sarrafo foi ainda mais alto”, dizia um amigo meu, ao comentar o espetacular show da consagrada dupla sertaneja Theodoro e Sampaio, que com suas músicas de duplo sentido, o bom humor, irreverência e canções que falam do cotidiano arrebatou um grande público. A dupla não é de muito de falar – de conversar com a plateia – seu ofício é cantar e, na realidade, é isso mesmo o que o que se espera do artista.

   O fã mais dedicado deseja saber mais sobre seu ídolo. Há artistas que falam por exemplo como surgiu essa ou aquela canção, como se conheceram, os desafios da dupla, coisas desse tipo. Falei com um de seus seguranças da possibilidade de conceder a esse informativo uma entrevista e ele assegurou que a dupla falaria com nossa equipe em seu camarim, ao final do show.

    Não levei muita fé, pois, tudo que o artista quer é ir para o hotel e descansar após sua apresentação. E muitas vezes, “botar o pé na estrada” para mais um show. Esse aqui na Vila fora o segundo e eles fariam ainda uma terceira apresentação em outra cidade, disse-me o segurança. Mesmo não acreditando na promessa, ao fim da apresentação, em nome do dever de quem se propõe informar, papel do jornalista – fui procurar o tal segurança e ele me disse que não receberia ninguém, que a dupla havia falado com a imprensa quando de sua chegada.

    Mas como eu disse: “eles não gostam de falar”. Não sei se os seguranças são treinados para evitar esse tipo de contato, ou se faz parte da profissão agir dessa forma. Eu disse que a dupla não havia concedido nenhuma entrevista, mas que entedia sua estratégia e agradeci.

Apareceram algumas “poucas” fãs com desejo de um autógrafo, uma foto. Mas então veio a porção que mais caracteriza um segurança, a brutalidade: foi repelido aos empurrões esse pequeno grupo, abrindo e fechando o portão para o veículo que levaria a dupla ao seu destino.

   Seria uma entrevista breve, - entendo a pressa que eles têm em deixar o local – Isso, depois da fama, né! Não perguntaria por que o show foi em playback. Isso devia estar no contrato e muitos artistas utilizam desse recurso em suas apresentações para diminuir consideravelmente o cachê de suas apresentações. Perde-se em qualidade, mas viabiliza a contratação. Gostaria que eles falassem da trajetória da dupla; o que eles acharam da participação do público presente? Algum projeto, a agenda de shows... coisas desse tipo.

    Quero registrar aqui, a receptividade com que nos recebeu em seu camarim a cantora mineira de Belo Horizonte, Dirce Evaristo e sua Banda, para um bate papo, ao final de sua bela apresentação.

     Mas a festa teve muitas outras atrações como: Os “Manda Brasa; a dupla ”Paulo Junior & Natan; Pablo Martinelli, outra dupla de sucesso, Júnior & Gustavo, Dirce Evaristo e sua Banda, Os “Tios Malucos”, fogos, Ordenha Leiteira, Bingão e o tradicional desfile de Carros de bois.

Fernando Mauro Ribeiro

 

 

 
 
 

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