02 - PADRE MÁRCIO CELEBRA PRIMEIRA SEXTA FEIRA DO MÊS E DO ANO, NA MATRIZ, EM CACHOEIRA!
Fernando Mauro Ribeiro
2 de jan.
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A primeira sexta-feira de cada mês, é consagrado ao Sagrado Coração de Jesus, e os membros do Apostolado da Oração realizam, na maioria das paróquias, uma hora de Adoração ao Santíssimo Sacramento, rezam o Ofício – Oferecimento Diário - e culmina com a celebração da Santa Missa.
É comum, após a Missa, zeladoras e zeladas se reúnem para tratarem de assuntos pertinentes. Também em Cachoeira Alegre, fora assim durante décadas. Mesmo sem presença do sacerdote, os membros do Apostolado com suas fitas vermelhas se reuniam todas as primeiras sextas-feiras, com os mesmos propósitos e algum Ministro Extraordinário da Eucaristia – quase sempre o Zacarias de Oliveira - celebrava em honra ao Sagrado Coração.
É triste a constatação de que mesmo tendo um pároco – que decidiu não residir na casa paroquial em Cachoeira Alegre, que é a sede da paróquia – durante nove anos, - período em que Padre João Pedro estivera à frente da paróquia – raramente os paroquianos tiveram a Santa Missa, pois o padre João Pedro de Melo, nunca estava disponível e, muitas vezes, não havia, nem mesmo a celebração da Palavra, pois ele não autorizava.
Com a chegada do Pe. Márcio Nunes, que também decidira não residir em Cachoeira – o que se dizia quando de sua chegada, é que a casa precisava de reparos no telhado e que logo ele viria para ocupar a casa paroquial – A verdade é que depois de dois anos e quatro meses, o reverendo está se despedindo da paróquia, a referida casa não passara por tais reparos, ele não viera residir em Cachoeira, mas o imóvel segue servindo à comunidade, recebendo o bispo diocesano e outros sacerdotes que nos visitam e, ultimamente, acolhendo as crianças da Catequese.
Os problemas deixaram de existir sem nenhuma intervenção humana? Será que o Conselho responderia a essa indagação? Há outras, que chegam à redação do jornal, mas embora seja função do informativo, - como voz do povo - não vou formulá-las. Às vezes, silenciar-se é mais prudente.
Esqueçamos pois, essa questão e voltemos às missas da Primeira Sexta-feira. Tenho por hábito participar da missa diariamente, se estou em Muriaé. Logo, a missa das Primeiras Sexras-feiras, vou também. E com que alegria participei nessa primeira sexta-feira do ano, da Santa Missa, às 19:00 horas, na Matriz São Sebastião.
Os paroquianos se sentiram extremamente felizes com a chegada dopadre Marcio Nunes que, desde que assumira a paróquia, sempre celebrou nas primeiras sextas feiras de cada mês, além de outras datas, exercendo aqui na igreja-matriz São Sebastião com muita dedicação.
“Coração Santo, tu reinarás, tu nosso encanto, sempre serás...” Esse hino tão antigo quanto belo, me remete a Cachoeira Alegre, à matriz, aos membros do Apostolado que, orgulhosos e altaneiros, com suas fitas vermelhas, entoavam com entusiasmo: “Jesus, amado, Jesus, piedoso, Pai, amoroso, frágua de amor, a Ti eu venho, se Tu me deixas, sentidas queixas, humilde expor”; e entre eles, minha vó Julia, as irmãs Gonçalves: Niêta e Elvina, minha mãe, tia Cidinha, Maria Capanga, Dona Ana Eliziário, Maria Soares, Dona Maria de Assis e outras.
Com o empenho de nosso pároco, o Apostolado da Oração se se renovou, se revigorou com a adesão de outros membros, a troca de fitas, as reuniões, a participação nos eventos da paróquia e diocese e, principalmente, a celebração da santa Eucaristia nas sextas feiras consagradas ao Sagrado Coração de Jesus.
Fernando Mauro Ribeiro
O OFERECIMENTO DIÁRIO:
Deus, nosso Pai, eu te ofereço todo o dia de hoje, minhas orações e obras, meus pensamentos e palavras, minhas alegrias e sofrimentos, em reparação de nossas ofensas, em união com o Coração de teu Filho, Jesus, que continua a oferecer-se a ti, na Eucaristia, pela salvação do mundo. Que o Espírito Santo, que guiou Jesus, seja o meu guia e o meu amparo neste dia para que eu possa ser testemunha o teu amor. Com Maria, Mãe de Jesus e da Igreja, rezo especialmente pela intenção do Santo Padre.
PELOS EDUCADORES
São João XXII deu como título a uma de suas mais famosas encíclicas: “Mãe e mestra”. (Mater et magistra). A Igreja deve ensinar a Boa Nova, o Evangelho. Nossas mães, em sua grande maioria, são nossas primeiras educadoras. E temos ainda os pais, professores e professoras. Todos os bons educadores e educadoras sabem muito bem, por experiência, que “palavras movem, mas os exemplos arrastam”.
Melhor do que falar, quando se trata de educar, melhor é dar bom exemplo, dar bom testemunho. De que adianta um padre falar ‘certo’, mas tratar com brutalidade alguns dos paroquianos, ou um professor insistir no dever de casa, se ele mesmo não cuida de seus deveres, por exemplo, atrasando habitualmente as notas das provas, a correção dos trabalhos dos alunos ou tratando-os sem cortesia?
O dar testemunho é fundamental na arte de ensinar fraternidade. Um educador bondoso, paciente e perseverante supera em muito seu colega apenas erudito. Em particular se ele é bondoso, paciente e perseverante com seus alunos mais frágeis, deficientes. Só assim, um educador, pai, mãe ou professor pode transmitir o elemento de respeito a um vulnerável. Na sociedade ou na família, ‘cuidar do povo da rua’, dar acesso aos deficientes, abrir caminhos aos pobres e desvalidos – isso tudo é fundamental para o progresso de cada ser humano.
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