“Somos instrumentos da paz na medida que buscamos a conversão. A paz é fruto de uma conversão. E conversão significa mudança, converter para o um ponto, priorizar outro caminho, o da concórdia”.
Muitos pensam que Deus, um dia vai nos cobrar se não chegarmos a 100% em tudo. Talvez, na vida inteira nós conseguiremos atingir 30% da nossa santidade, 40 da nossa felicidade, talvez 50% do nosso ser cristão, mas Deus olhará o esforço que fizemos. Deus olhará a nossa reta intenção. Por isso, nossa preguiça espiritual nos atrapalha, ela nos faz ficar acomodados na fé.
Eu repito: Deus não nos avaliará se chegarmos ou não a 100%, mas, no pouco que chegamos, o esforço que fizemos. Filhos queridos, deixemos Deus passar pelos nossos relacionamentos, principalmente, pelos relacionamentos conflitivos.
Volto a ressaltar o perdão como condição essencial para a paz, e que cada um registre no coração que, feliz é quem perdoa, porque perdoa porque perdoar é um ato de poder. Podemos, temos o poder de perdoar, temos o poder de nos reconciliar, e perdoando temos o poder de promover a paz. Isso é uma graça. Isso não é para gente fraca, não! Só os fortes conseguem.
Fico triste em saber que existem pessoas que acordam de manhã e pensam: “Meu Deus, que fardo esse dia”! Ninguém merece isso. Busquemos, para este novo ano estar num estado de espírito que, quando nossos olhos se abrirem pela manhã, possamos dizer: Que bom estar vivo, que bom ter mais um dia de vida”!
Isso é uma felicidade que Deus quer nos dar, mas somos nós que temos que conquistar. Talvez, durante este ano passemos pelos “perrengues” da vida, mas temos alegria, teremos paz. Viveremos de bem com a vida, com Deus e com o próximo.
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