Enquanto o povo da Zona da Mata mineira enfrentava as agruras causadas pelas enchentes, muitos óbitos já registrados, corpos desaparecidos, casa e prédios inteiros sendo levados pelas águas, centenas de desabrigados e desalojados, onde estavam Nícolas Ferreira Chupetinha, Silas Malacheia do Mal, Romeu Casca de Banana Zema e Flávio Rachadinha?
A resposta é simples: estavam na avenida Paulista, , em pleno domingo, primeiro de março, fazendo manifestações pedindo anistia para o seu presidiário de estimação. Essa gente não tem projeto, não tem empatia, não tem nem mesmo respeito à dor alheia, só cuida de si mesmo.
O Romeu Zemané, - ele se faz de Zé Dendágua, com essa cara de jeca, para convencer o povo de sua magnânima e falsas bondade e humildade – disse no palanque que em Minas, está tudo bem! Um cenário de guerra e o governador diz que está tudo bem!
Enquanto essa cambada de canalhas estava se manifestando em favor do inelegível, do presidiário, do Capitão Soluço, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estava visitando as cidades afetadas, demonstrando solidariedade e liberando recursos para amenizar a dor de tanta gente.
Como pode um Zema, que cortou verbas para o setor, indiferente à preservação do meio ambiente, proteção às encostas, drenagem dos rios, contribuindo decisivamente para o caos que se instalou na região, arvorar-se a candidato a presidencia da República?
O Silas Malacheia de Arrogâncias, podem observar: do que ele menos fala é de Jesus, a bíblia só é usada para agredir e chicotear o povo com seu vocabulário chulo. Onde houver um caldeirão do mal fervendo, lá está ele dando sua generosa contribuição de lobo e não de pastor de ovelhas.
O Nícolas Chupetinha esteve no local com seus bajuladores, seu séquito de cegos, para fazer “filminhos” e postar nas suas redes sociais, se dizendo preocupado, quando na verdade, esta atrapalhando o trabalho da equipe de resgate. Mas a vaidade do campeão das Fakes não permitiria que ele não se inserisse no contexto para registrar as cenas e legendá-las como o grande nome que muito contribuiu no enfrentamento
Flavio Rachadinha, dispensa comentários. Seu sobrenome revela quem ele é. Rachadinhas já se incorporou ao nome do candidado da extrema direita, à presidente do Brasil.
Uma galera que é antepovo, que só pensa em si e, às vezes, em seus bajuladores de plantão. Mas ao que parece, parte da população já percebeu que é manipulada, e está tentando se desvencilhar das algemas, dos cabrestos que lhes impusera em nome de uma falsa moral.
Resgataram um lema tão interessante utilizado no passado político desse país e transformaram-no em slogan de campanha – uma campanha alicerçada em mentiras, engodos, fake news, arrogância de um fracassado capitão em seus devaneios – que grande parte da população acreditou e alçou um incompetente à presidência da república.
Quando digo falsa moral, campanha à base de fake, é para faze-lo ver que, não se contrói en cima de mentira. Tanto que, durou menos de 4 anos – tempo de seu mandato – quando o castelo ruiu e o Capitão Soluço, mesmo tendo nas mãos a maquina administrativa, não conseguiu se reeleger.
As manifestações, já não reúne tanta gente. É bem verdade que parte do “gado” ainda caminha. Mas, são aqueles que rezam para pneus, aqueles da “terra plana”; aqueles sedados pelas fakes, uma cegueira que não sei até quando vai durar.
Até quando teremos que aguentar essa galera que não trabalha, que se elegeu com o voto do povo para trabalhar pelo povo e fica aí, plantando notícias falsas, fazendo gracinhas nas redes sociais, falando em anistia e em Direitos Humanos, para quem disse que: “Direitos Humanos é o esterco da humanidade”, para quem se diz incomodado com o barulho do aparelho de ar condicionado em sua cela-mansão, mas que aplaudiu publicamente o torturados Cel. Ulstra, seu ídolo da Ditadura Militar da qual ele tanto se orgulha.
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