04 - VIILÊNCIA EM CACHOEIRA ALEGRE, COM ALTO ÍNDICE
- 4 de mar.
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NÃO PODEMOS, ACEITAR COMO NORMAL ESSE TIPO DE COMPORTAMENTO.
Eu falaria nesse artigo, sobre Segurança Pública, quando a violência se alastra por todo o país. Minha Cachoeira Alegre, por exemplo que vem registrando nos últimos tempos um aumento significativo no índice de violência: consumo de drogas, tráfico, tiros, assassinatos e outros tipos de delito que parecem normais na minha antes pacata Cachoeira.
Jesus pregou o amor. Ele disse: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”! “Não matarás” é o 5º mandamento da Lei de Deus. Mas, há quem se defina como defensor da vida, da moral e dos bons costumes: “Deus, Pátria Família” e que invista sistematicamente no armamento, como se isso trouxesse segurança à nossa casa, nossa família, nossa da população: “Assassinai uns aos outros”, deve ser a sua lei.
E sobe nos palanques com fuzis, dizendo que vai metralhar, vai fazer e acontecer, e vai ao púlpito fazendo gesto de ‘arminha’ com as mãos e os fiéis em uníssono gritam: Bolsonaro! Bolsonaro!
Se consultamos o poder público municipal, a resposta é a seguinte: “Estamos nos empenhando em manter a segurança”!
A Polícia, por sua vez, argumenta que faz apreensões, efetua prisões e que está desempenhando com firmeza o seu papel.
Não querendo contradizer a nenhumas das instituições – o Executivo Municipal e a Polícia militar – a situação só tem se agravado com o passar dos tempos.
Talvez por falta de efetivo, não há um policiamento ostensivo e sendo assim, os bandidos “deitam e rolam” e o trabalhador se torna refém dessa gente.
Veja você, que ouço com frequência, senhoras habituadas a rezarem o Santo Terço nas casas, dizerem que há ruas em Cachoeira, em que elas não vão mais, para a prática da oração.
Há também relatos de pessoas que, na sua ausência, têm suas casas invadidas, desligam o medidor de energia, quebram o hidrômetro da Copasa, arrancam torneiras e uma série de outras coisas, causando desconforto, prejuízo e insegurança a essas pessoas que, se sentem ameaçadas pelos infratores que, sequer, são intimados a deporem e muito menos punidos pela justiça.
Isso, a algum tempo em minha terra, era inimaginável. Mesmo no doa de hoje, acho inconcebível esse tipo de coisa. Mas as “autoridades” querem passar uma ideia de normalidade. Não podemos, definitivamente, aceitar como normal esse tipo de comportamento.
Eu falaria aqui da quantidade de munições de fuzis vendidas no Brasil, por região militar; “Um milhão de balas”; CACs compram dois terços da munição para fuzil no país mesmo após mudanças no governo Lula; Um verdadeiro arsenal, as balas de fuzil apreendidas em operação no Rio: armamento de guerra... mas fica, portanto, para outra ocasião.
Fernando Mauro Ribeiro


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